O Corona vírus tem atormenta o mundo de diversas formas. Mesmo com a vacinação em andamento vemos que novas cepas surgem, novas Variantes que dificultam a ciência e nos obriga a aprimorar as vacinas. Hoje temos a variante Delta, que está virando a cabeça dos cientistas. Contudo no Brasil depois da variante que se concentrou no Amazonas apareceu o Fungo Negro.
Como o nome já diz o fungo negro não tem nada haver com o Corona vírus, porém o Corona deixa o corpo humano com a imunidade baixa, o que é ótimo para o fungo se próspera. Sozinho o fungo não causa muita sequela, com a imunidade normal os anticorpos combatem e eliminam o Fungo. Com a imunidade baixa o corpo fica vulnerável e o Fungo pode levar a morte, pode causar a necrose das partes do corpo afetada.
Ambas as doenças são contraídas de forma diferentes. A epidemia de fungo negro ou também descrita como epidemia de mucormicose está ocorrendo atualmente em vários países, incluindo Índia, Paquistão, Nepal, Bangladesh, Rússia, Uruguai, Paraguai, Chile, Egito, Brasil, Irã, Iraque e México.
Mais de 11.000 casos da doença foram confirmados, e a maioria dos casos notificados envolve pessoas hospitalizadas com o coronavírus, dificultando o entendimento se a pessoa infectada morreu de COVID-19 ou mucormicose.
O primeiro caso começou a aparecer na Índia, e mais casos foram relatados globalmente, mas é extremamente improvável que o caso na Índia esteja diretamente relacionado a casos em outros países, porque a maioria dos pacientes foi isolada quando contraíram o fungo.
A transmissão ocorre quando a pessoa infectada respira os esporos do fungo, de modo que o fungo começa a se multiplicar e se espalhar no hospedeiro. Os esporos de fungos no ar são muito comuns.
Assista a seguir um pequeno vídeo de cigano Iago sobre o caso.
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